Ela ri, chora, quebra, se machuca. Ela é tudo aquilo que todas as garotas são, mas para ela esse destino é injusto. Então se refugia em casa atrás da tela de um computador, enquanto procura explicação para todo seu sofrimento e dor. Conhece pessoas e se apaixona, mas acaba se machucando mais com a ausência delas em sua rotina.
Ninguém entende seu jeito tímido de ser, todos tem curiosidade em descobrir o mundo que ela vive. Mas ela não está aberta para visitações, o que quer é ter um concreto espaço em uma sociedade capitalista cuja única finalidade é de ganhar dinheiro na bolsa de valores. Só que pensando por essa forma, o seu mundo é perfeito do modo como está. Então ela fica lá procurando infinitas respostas para suas mais diversas perguntas da metáfora do mundo perfeito. Não é sonhadora, é ingênua.
De Joana C. Fernandes à Letícia Nogara.
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