Toda noite deitava sua cabeça no travesseiro, e as lágrimas prenchiam o vazio ao seu lado.
Deitada em sua cama, via seu passado passar diante dos seus olhos. E percebia todos os erros, os medos, as angústias, e a única coisa que conseguia pensar, era o que ela poderia ter feito para que desse certo, e infelizmente, a resposta era que:
Não precisava ter feito nada.
Então seus olhos voltavam a derramar as lágrimas que escorriam pelo seu rosto, logo sua mente ficava vazia, e no silêncio da noite, o único som que se ouvia, era a batida de um coração que lamentava estar vivo.
Por que agora, já era insignificante.
Júlia Maciel de Vargas
Nenhum comentário:
Postar um comentário