Então deixem-na voar, deixe que ela sinta o doce sabor da liberdade. Deixe que ela sinta quão infame pode ser a tolerância. Faça com que ela prove das melhores coisas sem olhar pra trás.
Deixe que sua intimidade seja invadida em busca de desejo. Deixe que ela pense o quanto às ruas podem fazer bem. Mas também deixem-na voltar quando seu corpo começar a mostrar as marcas que o mundo deixou. Deixe que as lágrimas escorram pela face, que as mãos tremam com a ansiedade. Que o nervosismo vire sua cabeça. Deixem-na sentir o sabor da vida. Que a raiva invada seu corpo e relute contra seus sentimentos.
Deixe que ela faça o que quiser, mas, por favor, deixem-na voltar assim que seus pensamentos mudarem sua opinião.
Joana C. Fernandes.
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